Meu pai, meu heroi
Justificativa
Como resultado da atual dinâmica social, a figura paterna sofreu alterações significativas, relacionados à concepção humana, bem como pela entrada maciça das mulheres no mercado do trabalho. Essas mudanças influenciaram várias instituições sociais, resultando, por exemplo, em diferentes formatos de família, de casamento, de relação entre pais e filhos. O conceito de pai também se alterou: passou da condição de aporte biológico para suporte social. Isso significa haver muitos pais: os adotivos, os biológicos, os do coração... São avôs, tios, amigos da família, professores...
Objetivo
Cabe à escola, como espaço de reflexão e crescimento humano, mediar as alterações, os novos conceitos e formatos das instituições sociais. Comemorar o Dia dos Pais na escola é reconhecer esse momento para privilegiar atividades que promovam análise crítica e também impliquem valores como carinho, amor, respeito, justiça social, igualdade, fraternidade...
Metodologia
O presente projeto foi desenvolvido com todos os alunos da escola, contemplando atividades variadas. Na semana que antecedeu a data, a ideia foi desenvolver atividades que proporcionassem às crianças reflexão sobre os aspectos essenciais das instituições sociais envolvidas (pai, família, grupo, equipe), contando, quando possível, com a participação e a presença física dos pais na escola. Isso porque trabalhar a competência da análise e das múltiplas leituras de mundo com as crianças é tão importante quanto com os pais, considerando que eles, e a família de modo geral, fazem a interligação escola-família, revelando-se isso recurso precioso para a concretização dos objetivos educacionais.
Atividades sugeridas
• Declamação
Organizar uma apresentação onde pequenos textos literários sejam lidos para os pais em encontro no pátio da escola.
• Festival da canção
Organizar apresentação de canções com temática referente aos pais.
• Olha só o que fiz para você!
Sugerimos a confecção de uma pequena lembrança para os pais. Valorizando sempre a construção própria das crianças.
• Meu pai – seu passado meu futuro
Orientar os alunos para atividades coletivas de construção de textos a partir de histórias dos pais. A escola deve ser sensível no modo como orienta os estudantes a entender “pai” além do âmbito biológico.
Meu pai é o meu herói !
. Como homenagem surpresa os professores,juntamente com a turma selecionaram uma música bonita e emocionante para os filhos cantarem e encantarem os pais.
Na sexta feira ,dia 12 de agosto,um grande encontro de famílias marcou o ponto alto do projeto.
Aos papais da Escola Henrique Dias o abraço de todos os filhos e o agradecimento pela participação!
PARABÉNS PAPAIS!
*a decoração musical da festa foi feita pela professora Shirlei,parabéns!
E/SUBE/CRE(09.18.015) ESCOLA MUNICIPAL HENRIQUE DIAS PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - Rua São Domiciano,s/nº,Vila São João, Campo Grande,Rio de Janeiro,RJ. e-mail: emhdias@rioeduca.net Diretora:Profª Carla Teixeira Diretora Adjunta: Profª Gheisa R.Rodrigues PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO "Respeito é bom e eu gosto. ...e você?"
domingo, 14 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
REUNIÃO COM RESPONSÁVEIS - 06 de agosto
Foi muito boa a frequência à reunião com responsáveis,na escola, no sábado (06/08).
Além da direção da escola e coordenação pedagógica ,estiveram presentes, também, acolhendo os responsáveis as professoras Ane, Silvia e Shirlei.
A 9ªCRE enviou representante para acompanhar a reunião.
Assuntos abordados na reunião:
Metas a serem alcançadas pela comunidade escolar
Desempenho dos alunos
Frequência x cartão carioca e bolsa família
Entrega de boletins
Adileia, funcionária de apoio na U.E. também compareceu para dar asua colaboração.
A Professora Alcir, diretora da Escola entregando o seu recado.
Professora Ane, a Coordenadora Pedagógica Professora Regina e a Professora Silvia.
Ao final da reunião a direção da escola sorteou alguns pequenos brindes entre os responsáveis presentes.
”Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.”
"A Educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tão pouco a sociedade muda"
Paulo Reglus Neves Freire (1921 - 1997), foi um educador brasileiro.
Além da direção da escola e coordenação pedagógica ,estiveram presentes, também, acolhendo os responsáveis as professoras Ane, Silvia e Shirlei.
A 9ªCRE enviou representante para acompanhar a reunião.
Assuntos abordados na reunião:
Metas a serem alcançadas pela comunidade escolar
Desempenho dos alunos
Frequência x cartão carioca e bolsa família
Entrega de boletins
Adileia, funcionária de apoio na U.E. também compareceu para dar asua colaboração.
A Professora Alcir, diretora da Escola entregando o seu recado.
Professora Ane, a Coordenadora Pedagógica Professora Regina e a Professora Silvia.
Ao final da reunião a direção da escola sorteou alguns pequenos brindes entre os responsáveis presentes.
”Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.”
"A Educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tão pouco a sociedade muda"
Paulo Reglus Neves Freire (1921 - 1997), foi um educador brasileiro.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
CURSO ON-LINE GESTÃO EDUCACIONAL PÚBLICA
O gdrhsme, na 6ªfeira,22 de julho, comunicou por e-mail,o início do Curso de Gestão Educacional Pública.
Divulgando o seguinte calendário:
8 a 12 de agosto -os participantes receberão por e-mail, dados de acesso à plataforma
15 a 19 de agosto -ambientação dos participantes na plataforma
22 de agosto -início do curso
30 de setembro -término do curso.
Aguardem
Divulgando o seguinte calendário:
8 a 12 de agosto -os participantes receberão por e-mail, dados de acesso à plataforma
15 a 19 de agosto -ambientação dos participantes na plataforma
22 de agosto -início do curso
30 de setembro -término do curso.
Aguardem
sábado, 23 de julho de 2011
2ªJORNADA PEDAGÓGICA DA EDUCAÇÃO INFANTIL outros momentos...
Não poderíamos deixar destacar a homenagem dos organizadores da Jornada a esse grande teólogo,filósofo, pensador, mestre ainda vivo ...
Rubem Alves
"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."
Rubem Alves nasceu no dia 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, sul de Minas Gerais, naquele tempo chamada de Dores da Boa Esperança. A cidade é conhecida pela serra imortalizada por Lamartine Babo e Francisco Alves na música "Serra da Boa Esperança".
A família mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1945, onde, apesar de matriculado em bom colégio, sofria com a chacota de seus colegas que não perdoavam seu sotaque mineiro. Buscou refúgio na religião, pois vivia solitário, sem amigos. Teve aulas de piano, mas não teve o mesmo desempenho de seu conterrâneo, Nelson Freire. Foi bem sucedido no estudo de teologia e iniciou sua carreira dentro de sua igreja como pastor em cidade do interior de Minas.
No período de 1953 a 1957 estudou Teologia no Seminário Presbiteriano de Campinas (SP), tendo se transferido para Lavras (MG), em 1958, onde exerce as funções de pastor naquela comunidade até 1963.
Casou-se em 1959 e teve três filhos: Sérgio (1959), Marcos (1962) e Raquel (1975). Foi ela sua musa inspiradora na feitura de contos infantis.
Em 1963 foi estudar em Nova York, retornando ao Brasil no mês de maio de 1964 com o título de Mestre em Teologia pelo Union Theological Seminary. Denunciado pelas autoridades da Igreja Presbiteriana como subversivo, em 1968, foi perseguido pelo regime militar. Abandonou a igreja presbiteriana e retornou com a família para os Estados Unidos, fugindo das ameaças que recebia. Lá, torna-se Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Princeton Theological Seminary.
Sua tese de doutoramento em teologia, “A Theology of Human Hope”, publicada em 1969 pela editora católica Corpus Books é, no seu entendimento, “um dos primeiros brotos daquilo que posteriormente recebeu o nome de Teoria da Libertação”.
De volta ao Brasil, por indicação do professor Paul Singer, conhecido economista, é contratado para dar aulas de Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro (SP).
Em 1971, foi professor-visitante no Union Theological Seminary.
Em 1973, transferiu-se para a Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, como professor-adjunto na Faculdade de Educação.
No ano seguinte, 1974, ocupa o cargo de professor-titular de Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), na UNICAMP.
É nomeado professor-titular na Faculdade de Educação da UNICAMP e, em 1979, professor livre-docente no IFCH daquela universidade. Convidado pela "Nobel Fundation", profere conferência intitulada "The Quest for Peace".
Na Universidade Estadual de Campinas foi eleito representante dos professores titulares junto ao Conselho Universitário, no período de 1980 a 1985, Diretor da Assessoria de Relações Internacionais de 1985 a 1988 e Diretor da Assessoria Especial para Assuntos de Ensino de 1983 a 1985.
No início da década de 80 torna-se psicanalista pela Sociedade Paulista de Psicanálise.
Em 1988, foi professor-visitante na Universidade de Birmingham, Inglaterra. Posteriormente, a convite da "Rockefeller Fundation" fez "residência" no "Bellagio Study Center", Itália.
Na literatura e a poesia encontrou a alegria que o manteve vivo nas horas más por que passou. Admirador de Adélia Prado, Guimarães Rosa, Manoel de Barros, Octávio Paz, Saramago, Nietzsche, T. S. Eliot, Camus, Santo Agostinho, Borges e Fernando Pessoa, entre outros, tornou-se autor de inúmeros livros, é colaborador em diversos jornais e revistas com crônicas de grande sucesso, em especial entre os vestibulandos.
Afirma que é “psicanalista, embora heterodoxo”, pois nela reside o fato de que acredita que no mais profundo do inconsciente mora a beleza.
Após se aposentar tornou-se proprietário de um restaurante na cidade de Campinas, onde deu vazão a seu amor pela cozinha. No local eram também ministrados cursos sobre cinema, pintura e literatura, além de contar com um ótimo trio com música ao vivo, sempre contando com “canjas” de alunos da Faculdade de Música da UNICAMP.
O autor é membro da Academia Campinense de Letras, professor-emérito da Unicamp e cidadão-honorário de Campinas, onde recebeu a medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura.
Rubem Alves
"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."
Rubem Alves nasceu no dia 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, sul de Minas Gerais, naquele tempo chamada de Dores da Boa Esperança. A cidade é conhecida pela serra imortalizada por Lamartine Babo e Francisco Alves na música "Serra da Boa Esperança".
A família mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1945, onde, apesar de matriculado em bom colégio, sofria com a chacota de seus colegas que não perdoavam seu sotaque mineiro. Buscou refúgio na religião, pois vivia solitário, sem amigos. Teve aulas de piano, mas não teve o mesmo desempenho de seu conterrâneo, Nelson Freire. Foi bem sucedido no estudo de teologia e iniciou sua carreira dentro de sua igreja como pastor em cidade do interior de Minas.
No período de 1953 a 1957 estudou Teologia no Seminário Presbiteriano de Campinas (SP), tendo se transferido para Lavras (MG), em 1958, onde exerce as funções de pastor naquela comunidade até 1963.
Casou-se em 1959 e teve três filhos: Sérgio (1959), Marcos (1962) e Raquel (1975). Foi ela sua musa inspiradora na feitura de contos infantis.
Em 1963 foi estudar em Nova York, retornando ao Brasil no mês de maio de 1964 com o título de Mestre em Teologia pelo Union Theological Seminary. Denunciado pelas autoridades da Igreja Presbiteriana como subversivo, em 1968, foi perseguido pelo regime militar. Abandonou a igreja presbiteriana e retornou com a família para os Estados Unidos, fugindo das ameaças que recebia. Lá, torna-se Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Princeton Theological Seminary.
Sua tese de doutoramento em teologia, “A Theology of Human Hope”, publicada em 1969 pela editora católica Corpus Books é, no seu entendimento, “um dos primeiros brotos daquilo que posteriormente recebeu o nome de Teoria da Libertação”.
De volta ao Brasil, por indicação do professor Paul Singer, conhecido economista, é contratado para dar aulas de Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro (SP).
Em 1971, foi professor-visitante no Union Theological Seminary.
Em 1973, transferiu-se para a Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, como professor-adjunto na Faculdade de Educação.
No ano seguinte, 1974, ocupa o cargo de professor-titular de Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), na UNICAMP.
É nomeado professor-titular na Faculdade de Educação da UNICAMP e, em 1979, professor livre-docente no IFCH daquela universidade. Convidado pela "Nobel Fundation", profere conferência intitulada "The Quest for Peace".
Na Universidade Estadual de Campinas foi eleito representante dos professores titulares junto ao Conselho Universitário, no período de 1980 a 1985, Diretor da Assessoria de Relações Internacionais de 1985 a 1988 e Diretor da Assessoria Especial para Assuntos de Ensino de 1983 a 1985.
No início da década de 80 torna-se psicanalista pela Sociedade Paulista de Psicanálise.
Em 1988, foi professor-visitante na Universidade de Birmingham, Inglaterra. Posteriormente, a convite da "Rockefeller Fundation" fez "residência" no "Bellagio Study Center", Itália.
Na literatura e a poesia encontrou a alegria que o manteve vivo nas horas más por que passou. Admirador de Adélia Prado, Guimarães Rosa, Manoel de Barros, Octávio Paz, Saramago, Nietzsche, T. S. Eliot, Camus, Santo Agostinho, Borges e Fernando Pessoa, entre outros, tornou-se autor de inúmeros livros, é colaborador em diversos jornais e revistas com crônicas de grande sucesso, em especial entre os vestibulandos.
Afirma que é “psicanalista, embora heterodoxo”, pois nela reside o fato de que acredita que no mais profundo do inconsciente mora a beleza.
Após se aposentar tornou-se proprietário de um restaurante na cidade de Campinas, onde deu vazão a seu amor pela cozinha. No local eram também ministrados cursos sobre cinema, pintura e literatura, além de contar com um ótimo trio com música ao vivo, sempre contando com “canjas” de alunos da Faculdade de Música da UNICAMP.
O autor é membro da Academia Campinense de Letras, professor-emérito da Unicamp e cidadão-honorário de Campinas, onde recebeu a medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura.
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